sábado, 10 de setembro de 2016

Acessibilidade ou deboche do cadeirante?


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Acessibilidade ou deboche do cadeirante? Algumas falsas medidas em relação à promoção da acessibilidade para cadeirantes são, na verdade, um verdadeiro deboche da cara dele. Fazem falsas rampas, com inclinações tão absurdas que sequer podem ser chamadas de rampas, muito menos de rampas para cadeirantes.

Acessibilidade ou deboche do cadeirante? Não consigo entender como a pessoa gasta material, mão de obra, e o bem mais precioso do ser humano que é o tempo, para fazer algo que, de tão mal feito, se torna completamente inútil, tanto para cadeirantes quanto para andantes.

Acessibilidade ou deboche do cadeirante? Esta cultura brasileira de fazer de qualquer jeito coloca nosso Brasil nessa condição de subdesenvolvimento em que está. A falta de vontade fazer certo logo da primeira vez está presente na maioria das obras que visam a acessibilidade para cadeirantes. Chega a ser inacreditável. Até parece que fazem de propósito, que fazem só para irritar quem precisa de acessibilidade bem feita, de rampas bem feitas. Sinceramente não consigo encontrar nenhuma explicação para este tipo de comportamento tão típico de nosso povo brasileiro. Por que isso? Quem souber, por favor me informe.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A SÍNDROME DO SE

A Síndrome do Se



Todos nós, em algum momento da vida, já fomos atormentados pela partícula hipotética “se". E se eu não tivesse saído de moto naquele dia...? E se seu estivesse sentado no lado direito e não no lado esquerdo daquele ônibus...? E se eu não estivesse naquele lugar quando o vírus da pólio passou por ali...? E se eu tivesse ficado mais tempo naquele restaurante na beira da estrada...? E se eu não tivesse parado naquele posto de combustíveis...? E se eu não tivesse aceitado aquele convite para sair de casa naquela noite...?


Eu passei a chamar essa crise existencial de Síndrome do Se.


A referida síndrome é natural e já pegou todos nós em vários momentos da vida. Alguns momentos mais graves e dolorosos, e outros nem tanto assim.
Sentir a Síndrome do Se faz parte de nossa jornada aqui na Terra. Até aí, tudo bem. O que não podemos é nos tornarmos escravos permanentes dessa síndrome. Isso equivale a viver o inferno aqui na Terra.

A Síndrome do Se deve ser de toda forma combatida e rejeitada, pois ela nos faz sentir uma culpa que não tempos. E nada pior do que sentimento de culpa em relação a algo que jamais poderá ser mudado. E fatos não são passíveis de mudança. Uma vez ocorrido, não tem mais jeito. A Síndrome do Se causa angústia e depressão. Precisa ser combatida. O melhor a fazer em nossa vida é aceitar os acontecimentos. Só assim encontramos a paz e nos livramos em definitivo da Síndrome do Se.

Imagina se eu ficasse pensando constantemente coisas do tipo: e se eu não fosse cadeirante... Ora, se ficasse preso à Síndrome do Se, minha vida não teria saído do lugar. Não seria tão gostosa como ela é. É cheia de lutas? Com certeza. Mas enquanto estamos lutando, estamos vivendo, pois a vida é luta do início ao fim. Além do mais, enquanto estamos lutando, ficamos livres, libertos da terrível Síndrome do Se.

Há vários tipos de síndrome na vida, vejamos pelo menos cinco deles:


1.     Síndrome da Terceira Guerra Mundial.
Consiste em uma série de angústias e medo sentidos por pessoas que viveram essa tão terrível guerra. Tais sentimentos acompanham essas pessoas, mesmo anos e anos depois do término dessa terrível conflito bélico.

2.     Síndrome de Estocolmo
É um conjunto de condições psicológicas de uma pessoa submetida a prolongadas torturas, que acaba, ao final, desenvolvido um sentimento de amizade, simpatia e, em muitos e muitos casos, de amor pelo seu algoz. São vários os registros de mulheres que acabaram por se apaixonar pelos seus torturadores.

3.     Síndrome de Down
Em 1866 o cientista britânico John Langdon Down determinou qual era a patologia deste tipo de criança especial. Ele descobriu que elas tinham um cromossomo a mais. Hoje, carinhosamente chamado por todos de Cromossomo do Amor, em alusão ao extremo carinho que as crianças com essa síndrome dedicam a todos ao seu redor.

4.     Síndrome do Pânico
É um ataque de medo e pânico, sem motivo algum, sofrido repentinamente por uma pessoa. Esse medo e pânico geralmente são seguidos de intensa ansiedade e insegurança. Infelizmente hoje é uma das síndromes mais comuns no mundo inteiro. Muitos a atribuem à velocidade e pressão desses tempos muito corridos e de forte consumismo material. Mas a verdade é que ninguém sabe ao certo qual a verdadeira causa ou as causas.

5.     Síndrome de Abstinência
É o conjunto de reações que toma conta de uma pessoa que suspende abruptamente o uso de um vício (drogas ou álcool). Essa pessoa é tomada por crise de ansiedade, insônia, taquicardia, hipertensão e náuseas. Essa consiste na maior dificuldade de quem luta para se libertar de um vício.


Bem, o termo Síndrome do Se, não existe cientificamente falando. É apenas um termo informal que eu criei para me referir a essa tão terrível crise existencial que toma conta de nós nos momentos em que mergulhamos fundo no pensamento de como isso ou aquilo poderia ter sido diferente se...

Também já fui atingido por essa sensação. Mas felizmente, graças a Deus, não fiquei parado dentro dela. Aceitar os fatos pode não ser fácil em um primeiro momento. Alguns resolvem isso mais rapidamente, outros em médio prazo e há aqueles que precisam de mais tempo. A verdade é que, quando a aceitação vem de verdade, traz com ela uma imensa paz que faz-nos de novo olhar para a vida com os olhos da beleza e da esperança que trazemos dentro de nós.

A minha dica para você, amigo cadeirante, é para não ficar amarrado, aprisionado a essa maldita Síndrome do Se. Isso não resolve nada. Ao contrário, impede-nos de seguir a jornada. Impede-nos de seguir nossa missão. Eu acredito piamente que nada nos acontece por acaso. E mais: acredito que se uma missão nos foi dada é porque podemos cumpri-la. Mas cumpri-la ou não é uma escolha pessoal, é de cada um, é questão de foro íntimo. Mas eu ponho a maior fé em você.

Aqui, eu tomo a liberdade de te aconselhar: siga em frente. Cumpra sua jornada da melhor forma possível. Você pode, sim, fazer um enorme bem aos outros. Quando vier a descobrir isso, vai ver que não há sensação melhor na face da Terra. Não há dinheiro, prata ou ouro que seja capaz de pagar por isso. Tanto isso é verdade, que muitos donos da prata e do ouro estão vivendo angustiados, atolados dentro de seus próprios tesouros. Isso porque puseram valor naquilo que não é a essência da vida: coisas materiais. O verdadeiro valor está naquilo que podemos fazer pelos outros de modo desinteressado. E se o que nos aconteceu servir para ajudar, que ajudemos o mais rapidamente possível. Eu vivo minha vida assim. Tenho meus altos e baixos (isso é vida), mas na contagem geral dos pontos, estou, graças a Deus, sempre no positivo.

Enfim, era essa a mensagem que, com todo o carinho de meu coração, eu queria passar a você. Se até aqui eu consegui te ajudar de alguma forma, por favor, repasse a diante, nunca sabemos quem precisa de uma força. Essa é uma das grandes maravilhas da internet, poder literalmente fazer o bem sem olhar a quem. Faça o bem agora. Alguém está precisando deste seu compartilhamento.


Um forte abraço, sucesso e que Deus te abençoe.

terça-feira, 19 de abril de 2016

NARCISISMO E AUTOESTIMA, QUAL A DIFERENÇA?


Muitos fazem confusão entre narcisismo e autoestima. Mas são coisas bem diferentes. O narcisista é uma pessoa extremamente voltada para sua própria imagem. Uma imagem externa. Imagem de seu corpo físico.
Totalmente vaidoso, o narcisista procura se enfeitar de todas as formas. Faz uso dos mais variados tipos de adereços e roupas. Usa joias, anéis, relógios, roupas de marcas caras, carros extravagantes.
Sua única preocupação no mundo é sua imagem. Seu intuito exclusivo é buscar a admiração dos outros através dos adereços que usa em seu corpo.
Por trás de tudo isso pode estar um gigantesco complexo de inferioridade. Muitas vezes o narcisista é, inclusive, uma pessoa insegura. Uma pessoa com algum sentimento de rejeição. Por isso se apega com unhas e dentes ao que ele acredita que vai causar boa impressão nas outras pessoas.
Mas não é somente isso. O narcisista tem, verdadeiramente, uma fascinação por si mesmo. No fundo ele acredita que, sim, é lindo e admirável.
Esse tipo de comportamento nada tem a ver com autoestima. Tem a ver com egoísmo. Isso sim. Por quê? Porque para o narcisista a única pessoa que importa no universo é ele mesmo.
O narcisista é incapaz de fazer um elogio à beleza de alguém, pois ele vê a todos como, digamos, concorrentes. Ele está sempre se comparando aos outros e se declarando melhor do que eles, mais belo do que eles, superior a eles.
No fundo o narcisista sofre muito, pois o desejo profundo e desmedido que tem de ser sempre o número um, é totalmente insaciável. Além de ser uma luta eterna, já que sempre vai aparecer alguém mais belo para abalar suas estruturas.
E na esmagadora maioria das vezes, aquele a quem o narcisista vê como concorrente, nem imagina que está numa disputa. Pois de fato não está. Essa disputa só existe na cabeça do narcisista. Como a totalidade de sua atenção é voltada somente para si, ele perde as grandes e boas oportunidades de apreciar as belezas que a vida e as outras pessoas oferecem. Por isso, paga um preço muito elevado para manter seu narcisismo.

Autoestima, O Que É?


Autoestima, o que é isso afinal? A autoestima é a qualidade de quem se valoriza. Diferentemente do narcisismo, a pessoa sabe o valor que tem. Por isso, não precisa ficar recorrendo a artifícios como carros, joias, roupas etc.
Ter a autoestima bem resolvida é saber reconhecer-se como alguém que tem qualidades e defeitos, sem, entretanto, tentar se sobrepor aos demais, tentar ser superior aos outros. Quem tenta isso não tem a autoestima resolvida.
Quem tem autoestima se contenta com seu modo de ser. Não sente a necessidade de ficar provando nada para os outros o tempo todo, como é o caso do narcisista.
Isso traz uma série de comportamentos bastante positivos para a pessoa. Vejamos alguns deles:
ü A autoestima bem resolvida traz confiança em nossos próprios atos.
ü A pessoa com autoestima tem equilíbrio em seus julgamentos. Não age por impulso. Não avança o sinal. Não tem destempero nas suas intervenções, nas suas avaliações, nas suas decisões.
ü Quando temos autoestima bem definida não precisamos ficar competindo a toda hora por qualquer coisa. Isso poupa nossas energias para buscarmos aquilo que de fato interessa na vida.
ü Outro ponto de enorme importância na vida de quem tem a autoestima equilibrada é a paz. Pessoas sem autoestima não conseguem encontrar a paz. Mas quem já resolveu isso e vive bem consigo mesmo, tem sim um profundo sentimento de paz no coração, na mente e na alma.
Pelo que você viu até aqui, espero ter ficado bem clara a diferença entre narcisismo e autoestima. O narcisista pode ser caracterizado como um prisioneiro da própria vaidade. Isso o impede de se sentir em paz, já que sempre precisa estar provando para os outros e para ele mesmo que é, sim, o mais bonito, o mais elegante, o mais simpático, o mais atraente etc.
Já a pessoa que possui uma autoestima, que se dá valor, que se satisfaz consigo mesmo, que se contenta com o seu jeito de ser, que se contenta com seu próprio corpo, sente-se tranquila e em paz.
Sentindo-se tranquila e em paz, ela abre espaço em sua vida para conquistar todas as demais coisas que porventura vier a desejar. Ela abre espaço para a aproximação de amigos e até de um novo amor, visto que está bem resolvida. Não está escrava de complexos de inferioridade. Não tem necessidade de se sobressair.
Quem tem este tipo de comportamento competitivo, que é o caso do narcisista, acaba por espantar em vez de atrair pessoas. No auge de seu narcisismo, ele chega a se perguntar: “e pra que eu preciso dos outros?”
Ora, todos nós precisamos uns dos outros. Somos seres sociais. Portanto, é de suma importância para qualquer um resolver sua autoestima. Pois só assim conseguimos nos relacionar, fortalecer amizades, amar e ser amados.

Ela tem Autoestima ou é Egocêntrica?


Alguns olham para uma pessoa e se pergunta: ela tem autoestima ou é egocêntrica? Não é tão difícil identificar uma pessoa egocêntrica. O egocentrismo se caracteriza por um conjunto de coisas, atitudes e comportamentos indicando que um indivíduo se refere exageradamente a si mesmo o tempo todo. Não só isso, ele sempre acha que tudo que se refere a ele é mais importante, é melhor e é mais verdadeiro do que o que se refere aos outros. Vejamos alguns exemplos:
ü O egocêntrico considera que sua opinião é sempre a certa, a mais bem embasada e informada sobre qualquer que seja o tema, o assunto em questão.
ü O egocêntrico também é alucinado por exclusividades. Ou seja, gosta de ter um vinho na adega que ninguém mais tem. Gosta de ter um carona garagem que ninguém mais naquela redondeza tenha. Não é o sabor do vinho ou a beleza do carro que lhe fascina, mas a exclusividade, o fato de somente ele, dentre todos naquela cidade, possuir aquilo é que lhe causa um extremo e delirante prazer. Em função disso, ele faz o que for possível, até gasta o que não pode e, não raramente, se vê em maus lençóis por causa de suas irresponsabilidades.
ü O egocêntrico quando convida uma turma de amigos para uma festa em sua casa, ele não quer celebrar, comemorar coisa alguma. Embora essa seja a desculpa. No fundo ele quer mesmo é exibir móveis exclusivos, aquela TV altamente tecnológica que acabou de ser lançada e ninguém ainda tem, só ele. Quer mostrar a última geração de um determinado sistema de som que mandou instalar em sua casa, uma piscina etc.
O egocêntrico sofre? Com certeza. Sofre muito. Pois é, assim como o narcisista, um escravo da necessidade de estar a alguns passos à frente dos outros. O pior é que na maioria das vezes as outras pessoas não estão nem aí se ele está á frente, do lado ou atrás.
Ele só se sobressai quando encontra alguém sem autoestima. Aí ele deita e rola, pois consegue causar nessa pessoa o efeito que tanto busca desesperadamente.
A pessoa com a autoestima em baixa olha para ele como se fosse um ser superior, como se ela nunca na vida fosse capaz de alcançar aquele patamar.
É uma tática conhecida dos egocêntricos andar sempre ao lado de pessoas sem autoestima. Porque ali ele reina. Está sempre se sentindo superior, visto que o outro dá a ele esta sensação. Para que você seja superior, alguém tem que se colocar na posição de inferior. E a pessoa sem autoestima é a ideal para este papel.
Será que você está se prestando a este papel para algum egocêntrico da vida? Muitas vezes nem percebemos isso. Mas estamos, sim, servindo de seres inferiores para massagear o egocêntrico. Ficamos na posição periférica da vida daquele que, como o termo já define, se acha o centro do universo. Se este é seu caso, como resolver isso?

Vítimas da Falta de Autoestima


 Quando nos tornamos vítimas da falta de autoestima, também nos tornamos uma presa fácil para o egocêntrico. E isso piora tudo. É um buraco extremamente perigoso, pois estamos lado a lado com alguém que trabalha vinte e quatro horas por dia para nos manter lá dentro.
De um lado, achamos que essa pessoa é admirável, pois vemos nela aquilo que gostaríamos de ser. Enxergamos uma pessoa altiva cheia de autoconfiança.
Do outro lado, essa pessoa que não é nada autoconfiante, ao contrário, é imensamente insegura e busca se autoafirmar fazendo com que tudo gire em torne de si mesma, convence-nos que, sim, ela é admirável.
Forma-se o tal ciclo vicioso. Nem você tem forças para se levantar nem aquele do lado quer que você se levante. O pulo do gato é quando percebemos isso. Quando isso acontece, passamos a nos enxergar também e ao olharmos para dentro de nós mesmos, acabamos por identificar uma série de qualidades que o egocêntrico não quer que vejamos. Afinal, ele é o centro do universo.
Para resolver isso, o primeiro passo é se afastar do egocêntrico. Se isso não for possível, é preciso fazer um grande trabalho mental para ignorar suas autoafirmações. Se ele te considera invisível. Seja invisível para ele.
A partir daí, passe a ser visível, e muito bem visível, para si, para suas qualidades interiores ou exteriores. O processo de formação de autoestima passa pelos dois lados, tanto pelo lado de dentro quanto pelo lado de fora.
Mesmo que seu corpo não esteja dentro dos padrões, absurdamente, impostos pela sociedade de consumo, existem vários meios da pessoa se sentir bonita com ele. Existem vários tipos de roupas, vários modos de usar essas roupas.
No meu caso o que elevou minha autoestima em relação ao meu corpo foram os modelos de minhas cadeiras de rodas. Quando eu não tinha condições financeiras e tinha cadeiras de rodas que me foram doadas, minha autoestima era baixa, pois elas eram tremendamente feias, grandes, desproporcionais ao meu corpo.
Tão logo em conquistei condições econômicos, depois de muito trabalho e muita luta para conseguir estudar, comprei os modelos mais lindos e descolados disponíveis no mercado. Agora sim, eu usava cadeiras de rodas que combinavam com minha personalidade. E isso elevou gigantescamente meu bem-estar, meu jeito de olhar para mim mesmo, fez subir minha autoestima.
Como agora eu estava autoconfiante, passei a conquistar importantes cargos profissionais e até namoradas que antes jamais imaginava que um dia fossem olhar para mim. Certamente se eu continuasse mal comigo mesmo, elas nunca iriam perceber a minha existência.
Portanto, encontre um jeito externo (existem muitos) e interno de se resolver consigo mesmo. Não ligue jamais para as críticas alheias. Afinal, as pessoas nem imaginam o que falam, por isso falam bobagem, já que nunca estiveram na sua própria pele. Quem sabe o que você passa é você. e quem pode resolver sua situação também é você. Ninguém no mundo pode solucionar nossos problemas, senão nós mesmos. Para isso, é preciso atitude. Sem luta não há vitória. Mas com luta, tudo é tremendamente possível!

ARTIGO DO SITE MINHAAUTOESTIMA.COM 

BONITA DE ROSTO, ISSO ARRASA A AUTOESTIMA


Hoje eu recebi uma mensagem de uma moça chamada Maria Gorete, do Rio de Janeiro.Ela me disse que algumas pessoas que querem elogiá-la, acabam por causar uma grande raiva e frustração. Isso porque, como ela tem muito mais peso do que gostaria de ter, os outros costumam dizer que ela é linda de rosto.

Maria Gorete, eu sei exatamente do que você está falando. Por ser deficiente físico, cansei de ouvir esse tipo de “elogio do capeta”. A pessoa tenta te agradar, mas logo em seguida te dá uma punhalada. E isso dói. Só quem já passou por tal situação pode entender.

Por que essas pessoas deveriam ficar caladas?


1.     Eu não perguntei se era bonito ou feio.
2.     Se elas acham meu corpo feio, que guarde sua opinião em silêncio.
3.     Deveriam ter mais sensibilidade em vez de sair por aí baixando nossa autoestima.

Há como superar a situação e levantar a autoestima?


Claro que há. A grande sacada para a superação de toda e qualquer situação na vida é a conscientização de nosso potencial, de nosso valor como gente, como pessoa humana e, sim, de nosso corpo, ainda que o mesmo esteja totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade de consumo.
Quando não nos conscientizamos sobre nosso valor, passamos a acreditar no que as pessoas estúpidas dizem por aí, como essas que falam: “fulana é linda de rosto”. Ora, acaso só temos o rosto?

O poder da conscientização


Por que um touro de raça, que vale milhões fica preso em um pequeno curral de madeira? Porque ele não tem consciência de sua força.

Assim também somos nós quando deixamos a opinião alheia baixar nossa autoestima. Mas se tomamos consciência de nosso poder, o céu passa a ser o limite.

Como superei minha falta de autoestima


Eu disse que o primeiro passo para superar a falta deautoestima é a conscientização sobre nosso próprio valor.
Pois bem, nos anos 80 eu era louco para escrever uma coluna em jornal. Mas minha autoestima nessa época estava na lona, lá embaixo. Eu achava que se fosse me apresentar a algum editor de jornal o sujeito sequer iria me olhar na cara. É... por causa de “elogios do capeta” como este que dizia: “ele é tão bonito de rosto”, eu não acreditava que tinha algum potencial de verdade. Pensava que tinha, mas não acreditava, não tinha conscientização definitiva. E isso mata qualquer um. Isso faz com que as pessoas deixem de crescer na vida.

Um dia, sem coragem de procurar pessoalmente, resolvi escrever uma carta (é válido lembrar que não existia e-mail. Isso era ficção científica) para o Wander Santos, dono do Jornal Classivale. Na carta eu me oferecia para ser cronista.

Como todo mundo com baixa autoestima, eu postei a carta, mas tive absoluta certeza de que jamais receberia qualquer tipo de resposta.

Entretanto, duas semanas depois (nos anos 80 a comunicação levava esse tempo todo), recebi uma carta dele dizendo para eu enviar minhas crônicas porque o espaço estava aberto para meu trabalho.

O primeiro comentário de uma leitora


Comecei a escrever vorazmente. Adorava aquilo. Como o mundo naquela época era pouco interativo, não era como hoje com a internet, redes sociais etc., eu não sabia o que as pessoas pensavam sobre meu trabalho.

Um dia, passando pelo centro da cidade de Coronel Fabriciano, onde vivia, fui abordado por uma conhecida que queria dar sua opinião sobre meus textos.

Meu coração disparou. Tive a certeza máxima de que ela iria rir de mim, dos meus sentimentos, da minha forma de escrita e tudo mais. Afinal eu era o tal “lindo de rosto”.

Fingi que não ouvi e tentei seguir sem ser alcançado. Como se fosse possível a um cadeirante escapar assim de alguém que anda com as próprias pernas.

Facilmente ela me alcançou. Parou em minha frente, obrigando-me a parar. Quando ela falou que leu meu texto, eu fechei os olhos e baixei a cabeça para ouvir as críticas.

Entretanto, ela me abraçou, me beijou e disse que estava amando tudo que eu escrevia. Que aquelas palavras davam uma força imensa para ela superar seus próprios problemas etc. etc. etc...

Senti uma mistura total de alívio, alegria e realização.


Mas algo bem mais importante ocorreu ali. Eu comecei a me conscientizar de que não havia nada de errado comigo. Comecei a meconscientizar de que eu tinha potencial, de que eu poderia, sim, ser útil para as outras pessoas, de que eu não era o “lindo de rosto”, de que algo importante havia dentro de mim, e que isso poderia ser útil não só para mim, mas sobretudo para os outros também. De que eu poderia, sim, fazer a diferença na vida de alguém.

Conscientização e autoestima, o momento da virada


Certa vez, eu estava em um almoço oferecido em um grande evento. Havia mais de cinquenta pessoas. Eu almoçava tranquilo quando alguém conhecido me viu e gritou: “Toni Vaz”.

Neste momento, uma moça que se sentava a uns dois ou três lugares à minha direita, gritou: “Toni Vaz?? Você que é o Toni Vaz??”

Ela, então se levantou, apoiando-se em uma muleta, e tirou do bolso um recorte de jornal com um de meus artigos. Pegou o papel e disse: “isso aqui mudou a minha vida!!! Eu sempre chorava quando isso me acontecia, mas o que você escreveu mudou tudo. Hoje eu ando de cabeça erguida”.

Do que, afinal, ela estava falando?


Tratava-se de um artigo sobre um fato que também muito contribuiu para baixar minha autoestima: pessoas que me vendo em uma cadeira de rodas, enfiavam a mão no bolso e me ofereciam esmola.
Na primeira vez que isso aconteceu eu quase morri. Mais tarde comecei a rir do fato e meus amigos começaram a mandar-me aceitar para depois a gente comprar cerveja. Aquela turma não vale nada.
Como também tinha uma deficiência física, aquela moça já havia enfrentado várias vezes tal situação. E sempre caía no choro. Até o dia em que leu as gozações que eu fazia com a coisa. E isso serviu para que ela superasse e também parasse de sofrer com aquele ato deprimente, com a insensibilidade dos outros.

E esse comportamento dela, esse testemunho dela, ajudou-me aresolver uma séria de inseguranças em relação a escrever para o público, em relação ao que os outros poderiam pensar sobre meu trabalho. Ali eu tive a conscientização definitiva de que poderia, sim, ajudar as pessoas. Que eu tinha, sim, algo a oferecer. E isso me fez muito bem.


Então, minha queria Maria Gorete. Conscientize-se de seu valor, das coisas boas que você pode fazer pelos outros. Você não é só linda de rosto não. Você é linda de rosto, de corpo, de coração e de alma. Bobo é aquele que não sabe enxergar isso. Este, sim, é feio (de rosto e de resto).

ARTIGO DO SITE MINHAAUTOESTIMA.COM

sexta-feira, 15 de abril de 2016

4 DICAS MATADORAS PARA SEU BEM-ESTAR



Neste artigo vou te dar 4 dicas matadoras para você viver bem e ajudar as pessoas que você ama a também gozarem de um maravilhoso bem-estar.
São pontos que eu aplico em minha vida desde muito cedo. E funcionam!
 Vamos então às dicas simples, mas poderosas e que podem mudar sua vida da água para o vinho.

1.     TROQUE O LAMENTO PELO AGRADECIMENTO
Há pessoas que lamentam de tudo. Se faz calor lamentam, se chove lamentam, se faz frio lamentam, se faz sol lamentam. São pessoas que perdem todas as oportunidades de gozar de um bem-estar. Muitas vezes elas têm dinheiro, mas não sabem usufruir desse meio. Quando vão a um restaurante, reclamam do atendimento, reclamam do lugar em que se sentaram, reclamam do preço... Elas simplesmente azedam tudo. Assim, elas deixam de ter bem-estar e também tiram o bem-estar de quem estiver em sua volta.

2.     TROQUE A DOR DAS DIFICULDADES PELA GARRA DA VITÓRIA
Esta segunda dica é fundamental para toda pessoa atravessar a vida dentro de um verdadeiro bem-estar. Porque se trata de encarar a vida do jeito que ela é.
A dica: Em vez de ficar chorando pelas dificuldades que a vida te oferece, passe a vibrar diante da possibilidade de vencer seus obstáculos. Olhe para eles como um desafio, como algo que debocha de sua capacidade. Eu fiz isso. Quando precisava tomar ônibus com minha cadeira de rodas para ir estudar e trabalhar, em um tempo em que os ônibus no Brasil não tinham elevadores para cadeirantes. Em vez de chorar por minhas dificuldades, eu as encarava como um desafio que a vida havia me proposto. E minha garra era no sentido de vencê-lo. Ao fim de cada dia eu estava em regozijo por ter vencido mais uma parada. Assim foi por muitos anos, um dia de cada vez. No fim, acabei alcançando meus objetivos nos estudos, me formei e minha vida mudou completamente. Consegui melhorar meu padrão, comprar carro, apartamento etc. e o bem-estar foi total. Mas nada teria sido possível se em vez de vibrar com garra depois de vencer meus desafios, eu tivesse ficado chorando a dor de ter que enfrentá-los.

3.     DÊ MAIS VALOR AO QUE VOCÊ TEM
Ao contrário de ficar apenas lamentando por tudo que você sonha, mas não tem, olhe para as maravilhas que existem em sua vida. Muitos me perguntam: que maravilhas Toni? Minha vida é uma titica de galinha.
Ora, pense bem... Quando acorda de manhã você precisa de ajuda para se levantar? Você vai ao banheiro e se vira sozinho? Você consegue sair de casa sem ajuda de alguém?
Só esses três itens já fazem de você uma pessoa de uma riqueza inigualável. Duvido que você trocaria essa independência pela riqueza financeira do Bill Gates.
Entretanto, há pessoas por aí que não têm essas três coisas que eu citei, e que vivem muito melhor do que você. Por quê? Porque elas conseguem olhar para as muitas riquezas que possuem, apesar de não terem as que aqui foram citadas.
Identifique suas riquezas. Você verá que o bem-estar está muito mais em sua vida do que você mesmo poderia imaginar.

4.     COMECE A AGIR AGORA
Por fim, a quarta dica matadora para se ter bem-estar é o tempo de sua ação em busca do que você deseja.
Comece a agir agora.
Por quê? Primeiro para não perder o bem mais precioso que você possui: seu tempo de vida. Segundo porque quando estamos em ação não sofremos de ansiedade nem ficamos olhando para o que não temos, em vez de dar valor ao que é real em nossa vida. Terceiro porque o melhor jeito de fazer com que nunca nada mude em sua vida é ficar parado, sem nunca nada fazer para mudar as coisas.

Quando ficamos protelando, deixando para começar amanhã, é isso que acontece. Passamos um ano inteiro sem mover as pedras do caminho. E por consequência não damos um passo. Ficamos estagnados no mesmo lugar. Isso é bem-estar? Não. Mas o bem-estar será uma realidade se você adotar exatamente essas 4 dicas em sua vida. Estou falando do que faço há décadas. E acredite, funciona!

ARTIGO DO SITE MINHAAUTOESTIMA.COM

quinta-feira, 14 de abril de 2016

LEVANTE A AUTOESTIMA DE QUEM VOCÊ AMA

Autoestima na Família


O goleiro é uma peça indispensável em um time de futebol. Nenhum time entra em campo sem goleiro. Mesmo porque a regra não permite.
Mas raramente as pessoas observam o goleiro. Sempre o ídolo do time é um atacante ou um jogador do meio de campo.
Assim também é na música. Nenhuma banda de rock sobe no palco sem um baterista. Mas os ídolos são sempre os vocalistas e os guitarristas.

E na sua família?


Em toda família há aquela pessoa sem a qual a família simplesmente não se sustenta, não fica de pé.
Mas tal qual o goleiro e o baterista geralmente poucos notam sua importância.
Muitas dessas pessoas sofrem de baixa autoestima justamente pela falta de reconhecimento.

Observe as pessoas que você ama.


Às vezes passamos tanto tempo olhando para nossas necessidades, que nos esquecemos por completo daquela pessoa sem a qual nossa vida desmorona. Ela pode estar sofrendo ao nosso lado por falta de um carinho, por falta de um simples gesto de reconhecimento de nossa parte.

Reconhecer e ajudar a levantar a autoestima das pessoas que amamos pode, inclusive, resolver a nossa própria autoestima quando esta anda em baixa. Pense nisso.

ARTIGO DO SITE MINHAAUTOESTIMA.COM

AUTOESTIMA OU SEGURANÇA NO EMPREGO?



Recentemente recebi uma mensagem de um de nossos seguidores, Ribamar Morais, da cidade de São Luís, Maranhão. Ele diz:
Olá, Toni. Sempre acompanho seus vídeos e leio seus artigos. Por isso quero te pedir uma opinião. Há 23 anos trabalho em um banco. Mas confesso que já não aguento mais. Não tenho nenhuma motivação para sair de casa e ir para o trabalho. Tenho algumas economias e como sempre gostei muito de cozinhar, estou sonhando a cada dia mais em montar um food truck. Como já passei dos 40 anos, minha família acha que eu deveria ficar quietinho onde estou, que é mais seguro. O que você acha dessa situação?

Vamos analisar esta situação em 3 partes.


1.     Hoje não existe mais emprego seguro, daqueles de antigamente, onde a pessoa entrava em uma empresa e ali trabalhava até se aposentar. Tudo pode mudar de um minuto para outro. Isso se deve tanto a fatores econômicos quanto a questões tecnológicas, principalmente no caso dos bancos, onde as máquinas e a internet, até o celular, substituem os bancários.
2.     Quando já não há mais motivação para sair de casa e ir para o trabalho, tudo está errado. Essa frustração prejudica a saúde, prejudica o relacionamento com a família, e, é claro, baixa a autoestima de qualquer pessoa. Pois quando estamos assim, também não trabalhamos bem, passamos a errar em nossas tarefas devido à total falta de capricho, de dedicação. Nessa situação, algumas pessoas acabam mesmo por ser demitidas.
3.     Nunca é tarde para recomeçar. Ao contrário. Recomeçar eleva nossa autoestima, nos dá um excelente bem estar, gera mais qualidade de vida, faz-nos sentir vivos, produtivos, criativos. Nada melhor do que recomeçar para termos de novo a sensação de juventude. Isso traz boas energias para nossa vida e, em consequência, para a vida daqueles que nos cercam, que são as pessoas mais importantes do mundo, os nossos familiares. Mas isso deve ser muito bem pensado. É preciso analisar se realmente você entende do novo negócio que tanto sonha iniciar. É preciso fazer um minucioso plano de negócios. Hoje o SEBRAE tem projetos interessantíssimos que podem ajudar a todos aqueles que desejam empreender. É de suma importância consultar essa entidade.

Possibilidades de Sucesso em 4 pontos


1.     Quando fazemos o que amamos, aquilo que escolhemos, aquilo com o qual há muito tempo sonhamos, a nossa dedicação é total. E tudo é feito dentro do mais minucioso capricho, pois estamos mais do que motivados para levantar cedo e colocar a mão na massa.
2.     Quando fazemos o que realmente amamos com todo o coração, chegamos mais cedo e saímos mais tarde. Sequer nos lembramos de que existe relógio. Não trabalhamos esperando o fim do expediente. Apenas trabalhamos e trabalhamos com tanta diversão que não conseguimos ver o passar das horas.
3.     Quando chegamos mais cedo e saímos mais tarde, alcançamos a excelência. A soma do talento com a dedicação gera resultados brilhantes, fantásticos.
4.     A consequência da excelência é o sucesso. Note que o sucesso é o último a aparecer. Mas ele aparece. O que não vai acontecer nunca se você ficar onde está. Ali já deu o que tinha que dar.

Minha dica é: a vida é feita de círculos. A grande sacada de algumas pessoas é entender quando um círculo se fechou e ter a coragem de executar a mudança que a vida exige. Há garantias de que tudo vá dar certo? Não. Mas também não há garantia sequer de que estaremos vivos amanhã. Simples assim. Arriscado assim. Corajoso assim.

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

3 MOTIVOS PARA ELEVAR SUA AUTOESTIMA



O ser humano só age quando motivado. Ou seja, quando possui algum motivo para praticar alguma ação. Isso é inerente à humanidade desde os mais remotos tempos da História.
Muitas pessoas quando estão com a autoestima em baixa não enxergam, não vislumbram nenhum motivo para fazer qualquer coisa.
Elas ficam desmotivadas até para praticar as coisas mais básicas e elementares como, por exemplo, cuidar da própria aparência, do cabelo, das roupas etc.
Quando nesse estado crítico de falta de motivação para tudo, elas se perguntam por que cargas d’água deveriam se preocupar com autoestima.
Pois bem, vamos aqui enumerar 3 motivos importantes para que todos busquem manter a autoestima bem resolvida.

3 Motivos Fundamentais para Elevar a Autoestima Agora


1.     Socialização. Uma das coisas mais importantes da vida é a socialização. O ser humano é, acima de tudo, um ser social. Todos precisamos de companhia e todos podemos ser boas companhias a alguém. A única coisa que é verdadeiramente nossa nesse mundo é a amizade. Alguém se torna nosso amigo exclusivamente meu nosso jeito de ser, pelo nosso caráter, pelo nosso comportamento diante das mais diversas situações. Mas sem autoestima, não conseguimos conquistar nenhum amigo, pelo simples fato de que antes precisamos conquistar a nós mesmos.
2.     Crescimento pessoal. Somente quando estamos com autoestima bem resolvida temos motivação para buscar novos conhecimentos: fazer cursos, estudar outro idioma, aprender uma nova arte, buscar uma reciclagem na profissão etc. novos conhecimentos aumentam nossa cultura, nossa bagagem de vida e, consequentemente, proporciona-nos um gigantesco salto em relação ao ponto anterior. Ou seja, a vida segue seu curso, em frente e pra cima.
3.     Aumentar sua renda. É tão claro quanto o sol que todas as pessoas precisam de uma renda para se manter, para realizar seus desejos pessoais, para sustentar a família... Enfim, para viver. Para aumentar a renda, precisamos lutar, oferecer algo diferente, demonstrarmos capacidade naquilo que nos propusemos a fazer. Nada disso será possível sem antes elevar a autoestima. Sem autoestima não temos energia para inovarmos e obtermos crescimento profissional. Portanto, é de extrema importância tratar bem nossa autoestima. Até mesmo por uma questão de sobrevivência.

Eu poderia lhe dizer que tudo é muito simples, mas não é. Entretanto é bem mais possível do que você pensa. Mais cedo ou mais tarde você vai confrontar essa situação. Eu fico me perguntando qual dos 3 pontos você vai focar primeiro. Seja ele qual for, será o início de uma grande e positiva revolução em sua vida, e eu tenho certeza de que você é inteiramente capaz de lutar e vencer essa fase, pela qual na verdade todos nós passamos vez ou outra. Eu acredito demais em você. 

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

VOCÊ PODE VENDER MAIS


Hoje recebi uma mensagem de um seguidor de nosso portal chamado João. Ele mora em São Paulo e trabalha com vendas de automóveis em uma grande concessionária daquela capital.
João me disse que se sente frustrado, pois percebe uma certa discriminação por ter o corpo acima do peso.
Ele acha que os outros vendedores levam a preferência dos clientes e até da administração da empresa onde ele atua, por serem mais esbeltos e bonitos do que ele. João atribui seu baixo desempenho a esses fatores que, segundo afirma, não dependem dele, pois são alheios à sua vontade. E, por fim, João me pede um conselho. Quer saber se continua trabalhando com vendas ou se deve mudar de atividade profissional.
Amigo João, vou de contar uma pequena história:
Quando eu era criança, estava um dia olhando os outros meninos brincarem e correrem. Como não andava, ficava ali apenas olhando, sem interagir com eles.
Minha mãe, então, sentou-se ao meu lado e me disse: “você pode fazer tudo que os outros meninos podem”
Eu acreditei piamente nisso e, no dia, seguinte já tinha inventado um jeito de me inserir. Como ninguém queria jogar no gol, na hora da “pelada”, em me propus a ser o goleiro. Eu conseguia ficar de cócoras, tal qual um goleiro de Hockey. E assim eu comecei a também fazer tudo que os outros meninos faziam. Não parei nunca mais. Continuei lutando na vida e participando de absolutamente tudo. E, ao longo da jornada, acabei indo até mais longe do que muitos deles.
É óbvio que existe, sim, o preconceito e o eu o conheço na própria pele. Mas uma coisa são os outros acreditarem que você é diferente, outra coisa é você mesmo passar a acreditar nisso.
Quando você tem certeza de que pode fazer tantas vendas quanto seus colegas, basta agir com essa confiança. Você tem muita riqueza, mas ninguém jamais saberá disso se você não mostra-la.
A partir do momento em que começar a agir com sua competência profissional, com seu sorriso, com sua gentileza, ninguém deixaráde comprar em sua mão.
Às vezes as pessoas não lhe dão a preferência não em razão de seu corpo acima do peso, mas talvez por causa da falta de iniciativa, de proatividade. Como dizemos aqui no interior de Minas: falta de expediente.
Gosto muito de uma frase do grande Henry Ford que diz: “se você acha que pode, você está certo. Se você acha que não pode, você também está certo”.
Meu amigo, João, o ser humano pode muito mais do que ele mesmo pensa. Quando descobre isso, ele vai longe, bate todos os recordes, todas as metas, alcança todos os seus sonhos e até entra para a História, como foi o caso do próprio Henry Ford, um homem que só frequentou a escola até a 5ª série, mas por acreditar em seu potencial, se tornou um dos maiores empresários da História da humanidade, revolucionando a indústria com sua linha de montagem e colocando o automóvel definitivamente na vida do cidadão comum, transformando em produto popular aquilo que outrora só pertencia às mais altas classes sociais.
Minha dica é: você pode fazer tudo que os outros meninos podem. Portanto, levante essa cabeça, reconheça o seu próprio valor, resolva essa sua autoestima e bola pra frente porque atrás vem gente.
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

NÃO CONVERSE COM A TENTAÇÃO


Hoje eu estava me lembrando de Winston Churchil, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial, quando apenas a cidade de Londres recebeu mais de 12 mil bombas dos nazistas alemães liderados por Hitler.
Conta a lenda que certo dia um corruptor entrou no gabinete dele com uma mala lotada de dinheiro, para suborná-lo em favor de um interesse seu. Churchil, então, se levantou e disse ao sujeito: “ponha-se imediatamente para fora de minha sala e não volte nunca mais, porque da próxima vez eu posso não resistir”.
Ou seja, não devemos conversar com a tentação. Muitas pessoas se perderam na vida porque ficaram conversando com a tentação. Perderam o foco, deixaram de bater suas metas, deixaram de alcançar seus sonhos pessoais.
Minha dica é: estabeleça um alvo em sua vida e olhe somente para ele. Concentre todas as suas energias nesse alvo, continue lutando sem olhar para os lados, sem jamais conversar com a tentação. Agindo assim, um dia você chega lá.
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VENDAS DEGRAU POR DEGRAU


Nestes tempos de crise muitas lojas estão fechando as portas, as vendas estão cada vez mais difíceis. Eu tenho recebido muitos contatos através do site e das redes sociais. São pessoas desesperadas em busca de alguma motivação para continuar a luta.
Eu já contei várias vezes que meu primeiro emprego, em 1984, ficava no terceiro andar de um prédio sem elevador. Como cadeirante eu tinha que subir me arrastando todos aqueles 48 degraus de escadas.
Muitos me perguntam qual era minha motivação para sair decasa todos os dias sabendo que teria que subir 48 degraus de escadas.
Acontece que eu não saía pensando nos 48 degraus. Em pensava apenas no primeiro. Depois dele eu pensava apenas no segundo, depois só no próximo e no próximo... Quando eu percebia já tinha subido os 48 degraus.
A minha dica é: se você trabalha com metas de vendas a cumprir, não saia de casa pensando no total de sua meta. Saia pensando apenas no primeiro cliente. Atenda-o de corpo e alma como se fosse o único cliente de sua vida. Ele vai ficar tão encantado, que se não fechar negócio agora, certamente vai fechar mais tarde. Depois faça o mesmo com o segundo cliente e assim sucessivamente. Quando menos perceber terá batido sua meta.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

CONVENÇA EM VEZ DE SER CONVENCIDO


Muitas pessoas, em particular aquelas que trabalham com vendas, podem não estar alcançando os resultados a que se propuseram por causa da autoestima, e nem sempre em razão da crise econômica.
Com crise ou sem crise, as pessoas continuam comprando, porque há produtos que elas precisam de qualquer forma. Mas há vendedores que, mesmo trabalhando com tais produtos, não conseguem alcançar suas metas.
Em muitas ocasiões isso ocorre porque alguém está atacando e fazendo baixar a sua autoestima. Nossa autoestima depende muito dos fatores externos. Se não prestarmos atenção, esses fatores nos consomem.
Vou ser mais claro. Há muitos anos, quando eu jogava basquete em cadeira de rodas, nosso time enfrentou um adversário que tinha um jogador gigante. Além de grande, o cara tinha muito mais mobilidade do que eu porque sua deficiência era “apenas” uma perna amputada. Isso dava uma série de vantagens a ele, pois tinha total equilíbrio na coluna e ainda contava com o apoio de outra perna completamente forte.
Só encontrei um jeito de vencer aquele cara. Em cada bola que partíamos para disputar, eu gritava coisas do tipo: “sai fora cara, sai forma porque eu sou o Toni Vaz... quem é você?? Sai... sai... aqui não... com o Toni nunca...”
Ora, e daí se eu era o Toni Vaz?? Isso não queria dizer absolutamente nada. Mas ele acreditou que eu era “o cara”. Então foi murchando, atrofiando-se e eu deitei e rolei.
Querendo ou não, nas equipes de vendas ou em qualquer outra equipe de trabalho acontecem coisas do tipo. Claro, não tão acintosamente. Mas acontecem.
Minha dica é essa: não deixe ninguém te convencer de que você é inferior. Se for preciso, faça como eu fiz naquele jogo de basquete sobre rodas. Infelizmente há situações na vida em que isso se faz necessário. Melhor convencer do que ser convencido. No mundo das vendas, então, isso é a diferença entre vender ou sair do mercado.


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NÃO ADIANTA APRENDER E NÃO APLICAR


Em virtude da paralisia infantil, eu entrei na escola somente aos 9 anos de idade. Comecei a ler e escrever um tanto tarde.
No meio onde eu vivia, todos falavam “arve”, em vez de ávore; “corgo” em vez de córrego. Lembro-me até hoje do dia que aprendi a escrever árvore. Primeiro achei o nome muito estranho, pois sempre havia falado “arve” e achava que o nome não combinava com a coisa. Mas naquele dia a primeira coisa que, cheio de ansiedade, eu quis fazer foi contar para minha mãe que o nome correto era aquele. E nunca mais na vida eu falei “arve” (nem “corgo”).
Aos 17 anos, na aula de língua portuguesa com o saudoso professor Juvenil, eu disse alguma coisa do tipo “pra mim fazer” e o professor, com toda sua elegância, humildade e sabedoria, me corrigiu. Ele disse que “mim” não faz nada, quem faz sou “eu”, que antes de qualquer verbo jamais podemos usar o pronome “mim”, há que se usar sempre o pronome “eu”. A partir daquele exato minuto eu nunca mais usei o “mim” antes do verbo.
Muitas pessoas me procuram pedindo para ajudá-las a estudar para concursos. A primeira coisa que observo é que elas usam o tal “mim” antes do verbo. Então, cheio de cuidados para não ofender, eu explico a forma correta. Pergunto se fui claro, se elas entenderam. Respondem que sim. Mas exatamente um minuto depois continuam falando da forma errada. Eu educadamente as corrijo. Mas no dia seguinte continuam errando, na semana seguinte, no mês seguinte...
Essas mesmas pessoas frequentam várias palestras e leem diversos livros em busca de crescimento pessoal. Ora, se não aplicam o queaprendem como vão crescer? E o que é, afinal, crescimento pessoal senão o acúmulo e aplicação de conhecimentos? Se essas pessoas não acumulam nem aplicam o que lhes é ensinado não obterão nunca tal crescimento, pois só o conhecimento aplicado garante melhores empregos, melhores cargos, melhores salários para qualquer pessoa.
Muitos me dizem que no meio onde vivem todos falam daquele jeito e que ficam sem graça de falar de outra forma. Isso, na verdade, revela um problema sério de autoestima. A pessoa não tem coragem de fazer diferente, ainda que isso signifique fazer do modo correto. Ela não tem coragem de ser luz na escuridão. Ora, se você tem a luz, faça-a brilhar. Como disse Jesus Cristo, ninguém adquire uma lamparina para usá-la debaixo da cama. É preciso clarear o meio em que se vive.
Portanto, a dica é: aprenda e aplique imediatamente. Nunca deixe para depois, pois como diz o sábio ditado popular: “o uso do cachimbo põe a boca torta”.


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CONCURSO PÚBLICO: CONHEÇA MEU SEGREDO


Eu sempre tive facilidade para interpretar textos, para escrever e para falar. Quando entrei na faculdade de Direito, atividade cuja base reside na comunicação, comecei a me dar muito bem nos estudos. Os outros colegas vinham até mim para esclarecer suas dúvidas, eu me destacava nos trabalhos, nas apresentações, todos queriam minha participação em seus grupos... e isso foi inflando meu ego. Minha autoestima já estava ultrapassando a estratosfera.
Naquele ano de 1993, então no terceiro ano, resolvi fazer um concurso para servidor do Ministério Público Federal. A prova seria em Belo Horizonte, onde no mesmo dia haveria um jogo entre Brasil e Venezuela pelas eliminatórias da Copa de 94, nos Estados Unidos. É claro que eu queria ir ao jogo.
Quando a prova foi distribuída, eu dei uma olhada rápida e pensei: é mole. Cheio de autoconfiança fui respondendo e até rindo de tão fácil que eu achava as questões. Minha atenção maior estava no horário do jogo. Eu não tinha carro, portanto teria que me deslocar de ônibus do local da prova até ao Mineirão, onde tentaria comprar ingresso.
A prova durava quatro horas. Era óbvio que eu não levaria aquilo tudo. Mas os candidatos só poderiam sair da sala depois de uma hora. Pois eu cravei todas as questões dentro dessa uma hora. Até hoje me lembro dos olhares de admiração de meus concorrentes quando entreguei a prova e deixei a sala.
Chegando ao Mineirão, consegui comprar ingresso na mão de um cambista e ainda vi o zagueiro Ricardo Gomes fazer um gol de cabeça. Eu era só alegria. Além de ver a seleção brasileira jogar, estava praticamente aprovado para aquele concurso público federal.
Semanas se passaram antes de sair o resultado. Quando saiu, fui conferir o gabarito para ver se eu tinha ficado entre os primeiros, já que eu dominava totalmente as matérias. A primeira matéria que conferi foi de Direito Civil. E aí eu vi que de todas as questões eu tinha errado apenas... todas. Isso mesmo, minha arrogância foi tanta que não percebi as pegadinhas e caí feio.
Descobri de modo amargo que autoestima é uma coisa e arrogância é outra. Fiquei mais humilde. Mantive minha autoconfiança, afinal eu tinha talento para o Direito, isso era fato. Mas não deveria ter autoconfiança exacerbada.
Agora com toda humildade, comecei a me preparar para o concurso do Tribunal Regional do Trabalho, cujas provas seriam dois meses depois. Quando chegou o dia, eu estava com a autoestima equilibrada. O que significa isso? Significa que eu estava muito confiante em meus conhecimentos, mas que tinha plena certeza de que se cometesse qualquer deslize, seria reprovado. A prova durou quatro horas, e dessa vez eu usei as quatro. Quando veio o resultado, vibrei como nunca, pois havia sido aprovado. 


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AUTOESTIMA, A BASE DE TUDO


Mais importante do que a força e inteligência somadas é a autoestima de uma pessoa. Ela é a base primeira de qualquer ser humano, sem a qual nenhum outro talento produz seus frutos.
O esporte, especialmente o futebol, por ser o mais popular e o mais democrático, no sentido de que pode ser praticado por todos os biótipos, ao contrário de outras modalidades que exigem uma homogeneidade física, oferece-nos inúmeros exemplos disso.
Muitos craques não prevaleceram, ficaram pelo meio do caminho, enquanto muitos atletas medianos foram longe ou mesmo chegaram ao topo do referido esporte, que é vencer uma Copa do Mundo. Alguns argumentam que isso é determinação. Sim! Sem dúvida! Mas só desenvolve a autodeterminação aquele que antes desenvolveu suaautoestima. Sem este alicerce nenhuma edificação pode ser erguida na vida de quem quer que seja, pois não há como ser determinado, aguerrido e vencedor se a pessoa acredita ser inferior às outras. 

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Três Dicas para Medir sua Autodeterminação




Todos nós já sabemos que a diferença entre os vencedores e os demais é o nível de autodeterminação de cada um.

Pessoas com extrema autodeterminação conseguem vencer, conseguem superar todas e quaisquer barreiras que vão surgindo pelo caminho que percorrem na direção de seu ideal.
Há algumas dicas para medir o seu nível de sua autodeterminação. São simples, porém muito poderosas. Vejamos:

1) A pessoa que possui autodeterminação identifica facilmente uma meta na vida. Ela tem isso muito claro, muito bem definido. Sabe o que quer.

2) A partir do momento em que sabe o que quer, a pessoa que tem autodeterminação começa a estudar tudo quanto é assunto relacionado ao seu objetivo. Lê livros, artigos, assiste a palestras, assiste a filmes, pesquisa na internet, procura pessoas que conheçam o tema etc. Ela bebe e come o assunto. E tem o maior prazer nisso. É importante dizer: ela sente imenso prazer nessas tarefas.

3) Por fim, e mais importante, a pessoa com autodeterminação não recebe como aviso para desistir, os obstáculos que vão surgindo. Há pessoas que diante das primeiras pedras no caminho começam a dizer que aquilo é um sinal para largarem tudo e permanecerem onde estão. Se você pensa assim, lamento informar, mas não tem nada de em você. O sujeito com autodeterminação não se desespera diante das barreiras, pois ele sabe que isso é da vida e que elas aparecem todos os dias, diante das mais simples tarefas cotidianas. A pessoa com autodeterminação estuda as dificuldades, busca ajuda, busca conhecimento, busca novos recursos e, enfim, supera e segue adiante, sabendo que em bem pouco tempo vão surgir novas barreiras. A vida é assim. Se você não se detém diante de nada, meus parabéns, pois posso afirmar com todas as letras: você tem um altíssimo nível de autodeterminação.

A Importância da Acessibilidade


A Importância da Excelência

Os antigos sábios diziam que “o preguiçoso trabalha duas vezes”. O que isso quer dizer? Muito simples, quando alguém faz algo mal feito, fatalmente terá que refazer tudo até atingir a excelência.
Alguns dizem que é “melhor o mal feito do que o não feito”. Mentira. Isso é um verdadeiro tiro no pé.
Vou dar um exemplo mais específico. Quando eu encomendo algum produto e o fornecedor marca uma data, é melhor ele não me entregar no prazo em princípio combinado, do que me entregar sem o padrão de excelência. Procedendo assim, ele consegue que eu volte, pois compreendo que vários motivos podem ter ocorrido para que seu trabalho não ficasse pronto no dia acertado.
Mas se ele me entrega na data, porém sem nenhum capricho, sem nenhuma qualidade, sem nenhuma excelência, nunca mais ele terá de mim outra oportunidade para mostrar se sabe ou não trabalhar direito.
Além do mais, todos nós temos a mania de querer convencer os amigos a comprarem onde fomos muito bem atendidos. Da mesma forma temos a mania de tentar evitar que as pessoas comprem onde passamos muito aborrecimento. E esse boca a boca funciona!
Por isso, sempre faça tudo com excelência logo da primeira vez. Mesmo porque, a primeira impressão é a que fica.
A excelência é a diferença entre quem fica e quem desaparecedo mercado. Ninguém se lembra do medíocre. Todos se lembram daquele que deixou sua marca de excelência.

A excelência é o que todos amam. A excelência é o que todos buscam. A excelência é o artigo pelo qual todos pagam o que for necessário. A excelência é o principal gerador de valor em qualquer serviço, em qualquer produto.